Anos Noventa

Eu vim pra debulhar os aramados dos quintais
Sacudir as estruturas de um tal cenário teatral
Tem que preservar, mas năo carece ser igual
Cada mate é um sentimento deste rancho universal
Pago pra ver o pago pegando fogo
Perco a guaiaca mas năo perco o jogo
Posso gostar da chula
Mas năo preciso ser uma mula
Posso me orientar
Eu vim pra debulhar os aramados dos quintais
E embalar um tranco doido de bagual
Se aprochega, companheiro
Traz a prenda e vem dançar
Vamos contar lorota
Tomar trago e prosear
Esta vida é uma tranqueira
Mas năo vamos se entregar
Que seja rock ou vaneira
Só é preciso respeitar
Pr'o seu bugio poder bailar
Eu vim pra debulhar os aramados dos quintais
Incomodar os "coisa ruim"do terreiro regional
A fé, o canto e o sonho; que deixe ser ao natural
Cada som tem um momento neste pago universal
Dou uma talagada e outra pro santo
Penso na vida, tento falar o esperanto
Năo se pode contar com a sorte
No trote vasto do caminho
Minha sina é tentar
(Rodrigo Martins/Felipe Mello,
Rodrigo Osório, Daniel Conceiçăo)

Losowe piosenki:
Friend of MIne
Fields of Athenry
Can't Get a Line
Because
Perfection
Curmudgeon
Weightless
Cotton Eyed Joe
The Day the World Went Awy
Waiting For Anything

 
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